quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


ALICATES SUICIDAS

Asas quebradas...
E a conciência dizendo para que os olhos não mais enxerguem o que não querem mais ver...
Somente a verdade!!
Somente VOCÊ!!

Um rapaz caiu de paraquedas na minha conversa sem se machucar...
Mas mesmo assim ficou com medo
Nunca mais teve vontade de pular
Porque passou a temer a morte de seus ancestrais

Alicates suicidas que vivem tentando cortar a minha luz
Porém, isso jamais acontecerá... Pois é ela quem me conduz
Ao centro do UNIVERSO
Ao centro do SOL
Ao centro do CENTRO

DANIEL BEDOTTI SERRA

5 comentários:

✿ chica disse...

Lindo e não podemos permitir nunca que esses alicates cortem nossa luz..abração praiano e bom te ver.Fazia um tempão! chica

tossan® disse...

Um dia uma alicate me salvou quando fiquei preso a noite nos arames farpados da fazenda vizinha do meu amigo. Ufa! Se não fosse a sacola! Mas entendi o significado da coisa. Abraço

Mônica disse...

Daniel
Alicates são um instrumento de surpresa ate para comparar com alguns dos nosos sentimentos
Mamae ja esta em casa e bem melohor. Sexta feira voltaremos ao medico
com amizade e carinhod e MOnica

Fabrício Santiago disse...

lá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do Blog O Árabe. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs

Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.

Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

Dilberto L. Rosa disse...

Meio prosa, meio verso... Gostei dos tais alicates: belas poesias imagéticas! Meu abraço e apareça!