BLECAUTE
Pra onde devo ir?
Ser alguém sem ninguém
Solto numa prisão
Com quem posso mentir?
Com quem posso contar, se de nada valer e se nada mudar?
Insanidade!Apagão!Eu sou um vão
Enlouquecendo feito um rato na estação
A cidade morta em pé, não há nada, nem sombras
Só o que eu quiser
Vagar, fugir, sorrir, chorar...
Eu sou refém e me desmonto de tensão
E cada esquina é um espelho
Eu sou o astro da sala de exibição
Vertiginosa condição
Luzes apagadas
Dia, noite e nada
Latidos quebram o silêncio entre o céu e o chão
Cidade vazia, estalo no alto, ferro e fogo deitados no asfalto
Excesso de tudo e pouco de fato
Vida em demasia e nada nas mãos
Olhos concretos, ilusória construção
Almas penadas indicando a contramão
A cidade morta em pé, não há nada, nem sombras
Só o que eu quiser
Vagar, fugir, sorrir, chorar...
Eu sou refém e me desmonto de tensão
E cada esquina é um espelho
Eu sou o astro da sala de exibição
Vertiginosa condição
A cidade morta em pé, não há nada, nem sombras
Só o que eu quiser
Vagar, fugir, sorrir, chorar...
Eu sou refém e me desmonto de tensão
E cada esquina é um espelho
Eu sou o astro da sala de exibição
Vertiginoso é o meu segredo
Música: DESUIT
Letra: Daniel, Fernando e Vitché